Ele corre com as pernas,
ela com as palavras,
tudo bem tropeçar nas sílabas?
Ele acerta os pontos, as virgulas,
os sustenidos...
ELa erra o compaço,
bagunça as frases, sente o abstrato.
Ele resolve problemas,
sabe as perguntas,
argumenta o impossivel...
Ela clama por asas,
reclama a gravidade,
sorri com as folhas no chão.
Ele a concreta virtude,
ela o delírio repentino,
ele razão, ela o sentir...
Ele toca o silêncio,
ela suspira...
Ele raizes em terra firme,
ela cambaleia no vento à flutuar...
Ele premissas, proposições lógicas,
ela esfinge, contos, mitos e poesia.
Ele real ela cega.
Tudo bem cair no infinito?
Ele calmo, ela impulssiva...
ele no inverno, ela perdida
no tempo das estações...
Ele um tom de cada vez,
ela com MI, se LÁ, que DÓ.
domingo, 4 de julho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Tirei a máscara, me vi sorrindo, o sol quase deixava de tocar o solo que piso.
Ouvi um sino, depois um grito... tenho que escolher um personagem rápido pois tenho
pressa a sair.
Sinto grilos andando na minha cabeça.
A intensidade permaneceu calada, as respostas prontas não tiram nenhuma dúvida sequer.
Me iludo com o impossivel, crio seres de papel e tinta, com eles permaneço um diálogo mudo.
Um jogo de sombras na luz do acaso, furar os olhos do destino e seguir cega.
Tá tudo errado, tem pontos de interrogação até aonde devia ter virgulas.
Enfim, hoje tem cheiro de junho, e tem uma lua magnifica me esperando pra dançar.
Ouvi um sino, depois um grito... tenho que escolher um personagem rápido pois tenho
pressa a sair.
Sinto grilos andando na minha cabeça.
A intensidade permaneceu calada, as respostas prontas não tiram nenhuma dúvida sequer.
Me iludo com o impossivel, crio seres de papel e tinta, com eles permaneço um diálogo mudo.
Um jogo de sombras na luz do acaso, furar os olhos do destino e seguir cega.
Tá tudo errado, tem pontos de interrogação até aonde devia ter virgulas.
Enfim, hoje tem cheiro de junho, e tem uma lua magnifica me esperando pra dançar.
terça-feira, 25 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
ALICE
Mera inocência encharca as horas...
Uma pressa parada, com calma.
Uma tela de quadro rosada no canto do outono.
Nascer do sol que embreaga
O oceano discreto molha meu sono
Cravo meu passado na areia, o mar apaga sem pena.
Esta chegando a hora,
Uma bola de fogo resplandece o céu.
Corro do tempo e tenho relógios quebrados.
-Confia em mim?
-Confia...
-Vem comigo?
-Vai
usahduashduhasudhs
Uma pressa parada, com calma.
Uma tela de quadro rosada no canto do outono.
Nascer do sol que embreaga
O oceano discreto molha meu sono
Cravo meu passado na areia, o mar apaga sem pena.
Esta chegando a hora,
Uma bola de fogo resplandece o céu.
Corro do tempo e tenho relógios quebrados.
-Confia em mim?
-Confia...
-Vem comigo?
-Vai
usahduashduhasudhs
sábado, 1 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O labirindo se desfaz
Decifro em versos o que em mim é oculto.
O medo de escuro, a flor no cabelo.
A beleza, cega!
A madrugada chuvosa, um desejo inconsciente.
Tão doce, tão san.
A hora incerta, o desenho mudo...
O frio, o vento encharcam as frases...
O café aquece a razão.
O delírio invadeo fundo da alma.
Os sonhos dão as mãos, correm, se abraçam, sorriem.
A insanidade dança entre os muros...
O labirinto se desfaz, vira jardim, folhagem, aurora, horizonte.
A harmonia não se impôe, a sabedoria não se manifesta.
O que seria de mim, sem as nuvens cinzentas a tatear as manhãs de paz?
Com café quentinho, pensando nisso, ou naquilo...
Balbuciando bons dias risonhos, sem correr maior risco
de cuchilar no meio do... sonho!
O medo de escuro, a flor no cabelo.
A beleza, cega!
A madrugada chuvosa, um desejo inconsciente.
Tão doce, tão san.
A hora incerta, o desenho mudo...
O frio, o vento encharcam as frases...
O café aquece a razão.
O delírio invadeo fundo da alma.
Os sonhos dão as mãos, correm, se abraçam, sorriem.
A insanidade dança entre os muros...
O labirinto se desfaz, vira jardim, folhagem, aurora, horizonte.
A harmonia não se impôe, a sabedoria não se manifesta.
O que seria de mim, sem as nuvens cinzentas a tatear as manhãs de paz?
Com café quentinho, pensando nisso, ou naquilo...
Balbuciando bons dias risonhos, sem correr maior risco
de cuchilar no meio do... sonho!
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