Hoje acordei com uma dor estranha em mim, fiz varios filtros dos sonhos nesses ultimos dias, mas nenhum dele foi capaz de segurar este pesadelo. Veio em mim uma angustia gelada, indefinivel, indecifravel, invefavel ao acordar, e escrevi isto!
"Meu coração é um labirinto mudo.
Há um único habitante,
O Minotauro com suas vestes negras, nesse sonho grego
todos tentam chegar ao seu patamar, mas ninguem nunca
foi capaz de entender o seu dominio.
Na distração dos Deuses com os meros mortais, fiquei
presa na torre mais alta.
No topo do esplendor do céu.
Nesse encanto solitário, me movo entre os jardins silvestres e lilases da alma,
vejo com meus olhos imperfeitos o desenrolar dessa existencia infinita.
Metade homem, metade touro, leva meu reino na palma da mão, brinca com seus dedos no cintilar da minha tristeza.
Enfim, cansada, fecho a caixa de Pandora, e deixo meus monstros no escuro."
sábado, 13 de março de 2010
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Faz poesia.
A lua havia se posto, mas atrás das montanhas estrelas cintilantes faiscavam.
Um saleiro mágico despejara no céu minusculos grãos de luz.
E no fim da noite percebo que minha história é um longo rabisco abstrato e colorido.
"Eu não sabia, que um dia era flor e outra hora me ferira"
Um saleiro mágico despejara no céu minusculos grãos de luz.
E no fim da noite percebo que minha história é um longo rabisco abstrato e colorido.
"Eu não sabia, que um dia era flor e outra hora me ferira"
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
só isso?
cada face, um universo diferente se revela
tantos como o meu, tantos como ninguem
tantos unicos, tantos como indifetentes
próximos, distantes,
depende do ponto de vista
depende do espelho que o observa
por fora é angulo, iluminação,
cores remotas, claras, escuras,
linhas invisiveis,traços mortos,tamanhos variaveis
formas abstratas
é volume, peso, medidas
é cheiro, olhar, gesto
é toque, é gosto, degustação
é libido, é prazer, é pecado, é desejo, é vaidade
é os pés voando, ou preso ao chão
Por fora é CPF, identidade, numeros
é um loggin, uma senha,
é um sussuro.
Por dentro, o indecifravel, o escuro, o silencio.
O inexplicavel.
Eu estava tão acostumada a esperar apenas coisas
extraordinárias que me parece bastante monótodo e
estúpido que a vida continuasse no seu ritmo normal.
tantos como o meu, tantos como ninguem
tantos unicos, tantos como indifetentes
próximos, distantes,
depende do ponto de vista
depende do espelho que o observa
por fora é angulo, iluminação,
cores remotas, claras, escuras,
linhas invisiveis,traços mortos,tamanhos variaveis
formas abstratas
é volume, peso, medidas
é cheiro, olhar, gesto
é toque, é gosto, degustação
é libido, é prazer, é pecado, é desejo, é vaidade
é os pés voando, ou preso ao chão
Por fora é CPF, identidade, numeros
é um loggin, uma senha,
é um sussuro.
Por dentro, o indecifravel, o escuro, o silencio.
O inexplicavel.
Eu estava tão acostumada a esperar apenas coisas
extraordinárias que me parece bastante monótodo e
estúpido que a vida continuasse no seu ritmo normal.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Viva.
Quero um abraço hoje.
Quero tocar a lua, e brilhar como as estrelas do seu céu.
Quero sentir arrepios com o suave toque de suas mãos em meu rosto.
Quero fechar os olhos e sentir um beijo.
Quero poder rolar na grama, sentir os graos de alegria que grudam em meu corpo.
Quero abraçar o mar, e sentir que ele é meu, só meu.
Quero correr na chuva de mãos dadas.
Pena hoje, minhas asas terem me enganado.
Pena hoje meus sonhos serem mas pesados do que minhas asas conseguiriam carregar.
Pena hoje, minhas asas terem mentido pra mim.
Me levaram até você e depois eu senti o despertar de meu sono.
Pena hoje, a solidão não me deixar caminhar.
Hoje quero poder dançar, correr, dançar, me embebedar.
Hoje quero encontrar meu poeta, minha inspiração.
Hoje quero aquele amor que pulsa, vibra, transborda, enriquece.
Hoje quero que as flexas dos ponteiros, adiantem 10 dias do meu relógio, do meu tempo.
Quero flores coloridas nascendo no meu destino.
Quero a raiva, a furia, o delirio, qualquer coisa que me faça viva.
Quero tocar a lua, e brilhar como as estrelas do seu céu.
Quero sentir arrepios com o suave toque de suas mãos em meu rosto.
Quero fechar os olhos e sentir um beijo.
Quero poder rolar na grama, sentir os graos de alegria que grudam em meu corpo.
Quero abraçar o mar, e sentir que ele é meu, só meu.
Quero correr na chuva de mãos dadas.
Pena hoje, minhas asas terem me enganado.
Pena hoje meus sonhos serem mas pesados do que minhas asas conseguiriam carregar.
Pena hoje, minhas asas terem mentido pra mim.
Me levaram até você e depois eu senti o despertar de meu sono.
Pena hoje, a solidão não me deixar caminhar.
Hoje quero poder dançar, correr, dançar, me embebedar.
Hoje quero encontrar meu poeta, minha inspiração.
Hoje quero aquele amor que pulsa, vibra, transborda, enriquece.
Hoje quero que as flexas dos ponteiros, adiantem 10 dias do meu relógio, do meu tempo.
Quero flores coloridas nascendo no meu destino.
Quero a raiva, a furia, o delirio, qualquer coisa que me faça viva.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Ela sentia uma tensão nos nervos, nas veias,
um pulsar estranho,
ela sentia um aperto
como se tivessem arrancado algo
que estivera muito tempo ali
ela sentia arrepios contantes, como
se ela mesmo saisse de seu corpo por exatos segundos
a fio.
Ela se sentia tremendo, como se não tivesse
controle de seu próprio corpo
ela sentia vontades que ultrapassavam seu mero suspiro,
ela sentia seus dedos murmurando paixão
mas não sentia.
Mas as vivia, fingia como nunca havia fingido, inventava!
Ou fingia que não sentia, era indecifravel, nem ela mesma
sabia.
Suas unhas sempre roidas, as notas de seu violão
nem um sorriso tirava de seu rosto,
nem uma saudade serena em seu corpo.
Seu frio, ultrapassava as 3 cobertas que se sentira
aconchegada, congelava então o sussuro do vento em sua
memória.
Se escondia, em livros, filmes, cds,
com medo dos seus fantasmas.
seu silencio, gritava a melodia mais auta.
Mas ninguem ouvia.
Por favor grite mais auto!
um pulsar estranho,
ela sentia um aperto
como se tivessem arrancado algo
que estivera muito tempo ali
ela sentia arrepios contantes, como
se ela mesmo saisse de seu corpo por exatos segundos
a fio.
Ela se sentia tremendo, como se não tivesse
controle de seu próprio corpo
ela sentia vontades que ultrapassavam seu mero suspiro,
ela sentia seus dedos murmurando paixão
mas não sentia.
Mas as vivia, fingia como nunca havia fingido, inventava!
Ou fingia que não sentia, era indecifravel, nem ela mesma
sabia.
Suas unhas sempre roidas, as notas de seu violão
nem um sorriso tirava de seu rosto,
nem uma saudade serena em seu corpo.
Seu frio, ultrapassava as 3 cobertas que se sentira
aconchegada, congelava então o sussuro do vento em sua
memória.
Se escondia, em livros, filmes, cds,
com medo dos seus fantasmas.
seu silencio, gritava a melodia mais auta.
Mas ninguem ouvia.
Por favor grite mais auto!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
As vezes se apaixonavam por ela
Ela, porém decidiu nunca se apaixonar
Todo mundo sentiu o encanto de seus versos
mas ninguem realmente presenciou
a essencia de suas palavras
Todo mundo a via feliz com sorriso na face
enquanto entre quatro paredes
se esbaldava em lagrimas
Todo mundo a via inteira, enquanto ela
Despedaçava diante ao espelho
Alguns a chamavam de boneca, outros de monstro
dissimuladoe sem sentimentos
Passou a vida procurando o impossivel,
o encontrou, o perdeu, e viu que não
era tão impossivel assim
Correu atras de outros sorrisos
outras lagrimas, outro pôr do sol
Sem resposta então resolveu sentar e chorar,
quebrou os pratos, as xicaras,
Enfim, deixou cair ao chão tudo que sentia.
Ela, porém decidiu nunca se apaixonar
Todo mundo sentiu o encanto de seus versos
mas ninguem realmente presenciou
a essencia de suas palavras
Todo mundo a via feliz com sorriso na face
enquanto entre quatro paredes
se esbaldava em lagrimas
Todo mundo a via inteira, enquanto ela
Despedaçava diante ao espelho
Alguns a chamavam de boneca, outros de monstro
dissimuladoe sem sentimentos
Passou a vida procurando o impossivel,
o encontrou, o perdeu, e viu que não
era tão impossivel assim
Correu atras de outros sorrisos
outras lagrimas, outro pôr do sol
Sem resposta então resolveu sentar e chorar,
quebrou os pratos, as xicaras,
Enfim, deixou cair ao chão tudo que sentia.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Tempo...
Não tenho hora pra ir pra casa,
não tenho pontualidade pra voltar
meus ponteiros rodam devagar
no sentido da espera constante
Os segundos são anos...
os anos milenios
Mas eu sempre espero.
Espero.. alguem voltar, alguem vir...ir
os minutos ao ponto de onibus
Espero a música mais bela
e quando ela acaba busco outras notas.
Espero novamente...
A fila é imensa, a procura inevitavel...
A busca ainda mais.
Envelheço...
Alguns desistem, outros voltam os ponteiros
das lembranças escondidas nos túneis do tempo...
outros olham o trem das horas que nunca passa...
O tempo! tentei incansavelmente fugir, me esconder dele.
Ele sempre me encontra.
E eu sempre estarei te esperando.
não tenho pontualidade pra voltar
meus ponteiros rodam devagar
no sentido da espera constante
Os segundos são anos...
os anos milenios
Mas eu sempre espero.
Espero.. alguem voltar, alguem vir...ir
os minutos ao ponto de onibus
Espero a música mais bela
e quando ela acaba busco outras notas.
Espero novamente...
A fila é imensa, a procura inevitavel...
A busca ainda mais.
Envelheço...
Alguns desistem, outros voltam os ponteiros
das lembranças escondidas nos túneis do tempo...
outros olham o trem das horas que nunca passa...
O tempo! tentei incansavelmente fugir, me esconder dele.
Ele sempre me encontra.
E eu sempre estarei te esperando.
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