Ela sentia uma tensão nos nervos, nas veias,
um pulsar estranho,
ela sentia um aperto
como se tivessem arrancado algo
que estivera muito tempo ali
ela sentia arrepios contantes, como
se ela mesmo saisse de seu corpo por exatos segundos
a fio.
Ela se sentia tremendo, como se não tivesse
controle de seu próprio corpo
ela sentia vontades que ultrapassavam seu mero suspiro,
ela sentia seus dedos murmurando paixão
mas não sentia.
Mas as vivia, fingia como nunca havia fingido, inventava!
Ou fingia que não sentia, era indecifravel, nem ela mesma
sabia.
Suas unhas sempre roidas, as notas de seu violão
nem um sorriso tirava de seu rosto,
nem uma saudade serena em seu corpo.
Seu frio, ultrapassava as 3 cobertas que se sentira
aconchegada, congelava então o sussuro do vento em sua
memória.
Se escondia, em livros, filmes, cds,
com medo dos seus fantasmas.
seu silencio, gritava a melodia mais auta.
Mas ninguem ouvia.
Por favor grite mais auto!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
As vezes se apaixonavam por ela
Ela, porém decidiu nunca se apaixonar
Todo mundo sentiu o encanto de seus versos
mas ninguem realmente presenciou
a essencia de suas palavras
Todo mundo a via feliz com sorriso na face
enquanto entre quatro paredes
se esbaldava em lagrimas
Todo mundo a via inteira, enquanto ela
Despedaçava diante ao espelho
Alguns a chamavam de boneca, outros de monstro
dissimuladoe sem sentimentos
Passou a vida procurando o impossivel,
o encontrou, o perdeu, e viu que não
era tão impossivel assim
Correu atras de outros sorrisos
outras lagrimas, outro pôr do sol
Sem resposta então resolveu sentar e chorar,
quebrou os pratos, as xicaras,
Enfim, deixou cair ao chão tudo que sentia.
Ela, porém decidiu nunca se apaixonar
Todo mundo sentiu o encanto de seus versos
mas ninguem realmente presenciou
a essencia de suas palavras
Todo mundo a via feliz com sorriso na face
enquanto entre quatro paredes
se esbaldava em lagrimas
Todo mundo a via inteira, enquanto ela
Despedaçava diante ao espelho
Alguns a chamavam de boneca, outros de monstro
dissimuladoe sem sentimentos
Passou a vida procurando o impossivel,
o encontrou, o perdeu, e viu que não
era tão impossivel assim
Correu atras de outros sorrisos
outras lagrimas, outro pôr do sol
Sem resposta então resolveu sentar e chorar,
quebrou os pratos, as xicaras,
Enfim, deixou cair ao chão tudo que sentia.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Tempo...
Não tenho hora pra ir pra casa,
não tenho pontualidade pra voltar
meus ponteiros rodam devagar
no sentido da espera constante
Os segundos são anos...
os anos milenios
Mas eu sempre espero.
Espero.. alguem voltar, alguem vir...ir
os minutos ao ponto de onibus
Espero a música mais bela
e quando ela acaba busco outras notas.
Espero novamente...
A fila é imensa, a procura inevitavel...
A busca ainda mais.
Envelheço...
Alguns desistem, outros voltam os ponteiros
das lembranças escondidas nos túneis do tempo...
outros olham o trem das horas que nunca passa...
O tempo! tentei incansavelmente fugir, me esconder dele.
Ele sempre me encontra.
E eu sempre estarei te esperando.
não tenho pontualidade pra voltar
meus ponteiros rodam devagar
no sentido da espera constante
Os segundos são anos...
os anos milenios
Mas eu sempre espero.
Espero.. alguem voltar, alguem vir...ir
os minutos ao ponto de onibus
Espero a música mais bela
e quando ela acaba busco outras notas.
Espero novamente...
A fila é imensa, a procura inevitavel...
A busca ainda mais.
Envelheço...
Alguns desistem, outros voltam os ponteiros
das lembranças escondidas nos túneis do tempo...
outros olham o trem das horas que nunca passa...
O tempo! tentei incansavelmente fugir, me esconder dele.
Ele sempre me encontra.
E eu sempre estarei te esperando.
terça-feira, 28 de abril de 2009
Cortina
Eu queria um mar de rosas pra poder mergulhar a minha solidão.
Rosas vermelhas da intensidade que um dia foi minha paixão.
Assim como estou, é como se eu mostrasse meus mais lindos desenhos
a um cego, pois ninguem os olha realmente.
Lê-se meus poemas aos surdos, pois ninguem deposita uma pitada de
sentimento ao escuta-los.
Sinto apenas o silêncio da alma, dos passos indo embora
já distantes, deixam em seu passado aquela canção e ignoram meu amor
tão inquieto
por palavras, por gestos, não tenho mais olhares...
eu olho o vazio, o vazio já desviou o olhar de mim, me esqueceu.
Me encontro no ultimo degrau da escadaria...
Abro a porta e não encontro nada, ninguem está do outro lado
do espelho me esperando...
Abro de novo o livro das mentiras...
e alí, diante das quatro paredes que me aprisionam,
invento a lembrança de um beijo...
Radiante a noite, adormeço com um sorriso nos lábios.
Escondo minha tristeza, atras de cortinas que se chamam ilusão.
Rosas vermelhas da intensidade que um dia foi minha paixão.
Assim como estou, é como se eu mostrasse meus mais lindos desenhos
a um cego, pois ninguem os olha realmente.
Lê-se meus poemas aos surdos, pois ninguem deposita uma pitada de
sentimento ao escuta-los.
Sinto apenas o silêncio da alma, dos passos indo embora
já distantes, deixam em seu passado aquela canção e ignoram meu amor
tão inquieto
por palavras, por gestos, não tenho mais olhares...
eu olho o vazio, o vazio já desviou o olhar de mim, me esqueceu.
Me encontro no ultimo degrau da escadaria...
Abro a porta e não encontro nada, ninguem está do outro lado
do espelho me esperando...
Abro de novo o livro das mentiras...
e alí, diante das quatro paredes que me aprisionam,
invento a lembrança de um beijo...
Radiante a noite, adormeço com um sorriso nos lábios.
Escondo minha tristeza, atras de cortinas que se chamam ilusão.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Ontem a noite.
As gotas que transparecem os centimetros de emoção
arranharam a minha pele e fizeram arder em meu corpo
o suspiro do passado.
Apago o cigarro no cinzeiro, queimo minha alma com
as cinzas das lembranças de uma noite que toca a
melodia colorida e infinita da minha imaginação.
Desabo, caio, amanheço em um beco sem saída.
Tropeço nos meus planos, confundo as horas,
não sei em que dia, mês ou ano perdi minha paixão.
O tic-tac bate forte no peito.
Ando cuidadosamente com passos apertados na corda
bamba dos sonhos.
Minhas lagrimas hoje voam longe, e caem em um copo
de drink qualquer, no qual me entorpeço, e esqueço.
arranharam a minha pele e fizeram arder em meu corpo
o suspiro do passado.
Apago o cigarro no cinzeiro, queimo minha alma com
as cinzas das lembranças de uma noite que toca a
melodia colorida e infinita da minha imaginação.
Desabo, caio, amanheço em um beco sem saída.
Tropeço nos meus planos, confundo as horas,
não sei em que dia, mês ou ano perdi minha paixão.
O tic-tac bate forte no peito.
Ando cuidadosamente com passos apertados na corda
bamba dos sonhos.
Minhas lagrimas hoje voam longe, e caem em um copo
de drink qualquer, no qual me entorpeço, e esqueço.
terça-feira, 24 de março de 2009
Arlequin
Faço os traços da minha musica no chaotodo mundo dança,
sem sequer o som de um violão
o autor nos desenha,
faz nossas falas
e nós atuamos, e vivemos esse sonho de quadrinhos
Delirio se diverte, delira, se perde...
Sonho aparece e desaparece quando menos se espera...
A morte não leva ninguem consigo...
E o arlequin? Ah, o arlequin
Ele leiloa o rabo do diabo, bebe vinho de um submarino
esfumaçante, corre com todos os personagens,
puxa cada um deles com seu cajado,
pinta todos os lozangosde um azul claro...
E corremos todos juntos de mãos dadas.
sem sequer o som de um violão
o autor nos desenha,
faz nossas falas
e nós atuamos, e vivemos esse sonho de quadrinhos
Delirio se diverte, delira, se perde...
Sonho aparece e desaparece quando menos se espera...
A morte não leva ninguem consigo...
E o arlequin? Ah, o arlequin
Ele leiloa o rabo do diabo, bebe vinho de um submarino
esfumaçante, corre com todos os personagens,
puxa cada um deles com seu cajado,
pinta todos os lozangosde um azul claro...
E corremos todos juntos de mãos dadas.
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