A voz de um general
que quer expor sua autoridade através de gritos e berros
De tão autas suas palavras os soldados já não marcham
Já soltaram as armas, cansaram da guerra e não querem mais lutar
Levantaram a bandeira branca querendo apenas paz...
Fale baixinho, sussurre, ainda assim ouvirei você.
Ainda assim te darei flores...
Chega de berros pra expressar sua raiva
Não é gritando que as pessoas vão te ouvir.
Respire devagar, tire todo ar de seus pulmões, puxe novamente...
Sinta intensamente o quao bom é estar vivo, sinta cada momentoi intenso,
e único que o tempo não trás de volta...
Segure as ofensas pra si mesmo, largue essas pedras...
a guerra acabou, os soldados já foram pra casa...
E não esqueça que por trás de toda essa tirania que escondes, existe a voz de uma boneca."
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Duas vidas
Faço das tuas palavras, as minhas.
Frases coerentes, olhar reticente.
Olhar azul anil, todo aquele passado vil, avistei;
todo aquele futuro surgiu, mas nada ponderei.
Várias palavras tu disseste-me,
poucas escutei.
Várias impressões tu causasse-me,
mas a primeira guardei.
Vários sorrisos tu mostrasse-me,
todos conservei.
Sorrisos de alegria ou escárnio,
poema ou pecado.
Dispersos em aventuras diversas,
nesta tua graça tão singela.
Ingênua, bucólica, marcante,ao delinear de
tua criatividade envolvente,
exposta em poemas benevolentes.
Transcritos com cores,
sensações,fragmentos de tua vida,
vida talvez sequer tão vivida,
vida talvez tão cheia de vida,
uma dúvida ainda em minha vida...
(Autor: Sharlon Rensi)
Resposta minha para o poema dele:
Uma dúvida, duas ou três..
Um dia a alegria de uma canção
outro dia sonhos e planos
Inconstante, imprevisivel
mas sempre em busca de um novo sentido, ou varios!
novos conceitos, novos amores,
ou talvez apenas um sim saindo de sua boca..
oh, a dúvida!
aquilo que não se tem nome, não se tem pergunta, não se tem resposta
não é passado, nem presente, talvez futuro!
"Vida TALVEZ sequer tão vivida" (Frase tua)
Vida tua, vida minha
Talvez as duas juntas!
oh, o talvez!
não é sim, nem não
é algo que corroe, encomoda, é algo entre o começo e o fim
não está em cima, nem em baixo
é sempre meio termo
não se rasga, não se corrompe, não se pega na mão
afinal digo que o talvez e a dúvida são a arte de não saber,
e a unica coisa que eu tenho certeza é que eu sempre duvido de tudo!
(Autor: Calini detoni)
:)
Frases coerentes, olhar reticente.
Olhar azul anil, todo aquele passado vil, avistei;
todo aquele futuro surgiu, mas nada ponderei.
Várias palavras tu disseste-me,
poucas escutei.
Várias impressões tu causasse-me,
mas a primeira guardei.
Vários sorrisos tu mostrasse-me,
todos conservei.
Sorrisos de alegria ou escárnio,
poema ou pecado.
Dispersos em aventuras diversas,
nesta tua graça tão singela.
Ingênua, bucólica, marcante,ao delinear de
tua criatividade envolvente,
exposta em poemas benevolentes.
Transcritos com cores,
sensações,fragmentos de tua vida,
vida talvez sequer tão vivida,
vida talvez tão cheia de vida,
uma dúvida ainda em minha vida...
(Autor: Sharlon Rensi)
Resposta minha para o poema dele:
Uma dúvida, duas ou três..
Um dia a alegria de uma canção
outro dia sonhos e planos
Inconstante, imprevisivel
mas sempre em busca de um novo sentido, ou varios!
novos conceitos, novos amores,
ou talvez apenas um sim saindo de sua boca..
oh, a dúvida!
aquilo que não se tem nome, não se tem pergunta, não se tem resposta
não é passado, nem presente, talvez futuro!
"Vida TALVEZ sequer tão vivida" (Frase tua)
Vida tua, vida minha
Talvez as duas juntas!
oh, o talvez!
não é sim, nem não
é algo que corroe, encomoda, é algo entre o começo e o fim
não está em cima, nem em baixo
é sempre meio termo
não se rasga, não se corrompe, não se pega na mão
afinal digo que o talvez e a dúvida são a arte de não saber,
e a unica coisa que eu tenho certeza é que eu sempre duvido de tudo!
(Autor: Calini detoni)
:)
quinta-feira, 8 de maio de 2008
O que sinto
"O que sinto?
tantas coisas por assim dizer
impossivel resumir
tudo é intenso de mais
grande de mais
confuso de mais
que de tão "mais" nem cabe dentro de mim
Queria poder separar, organizar
colocar cada sentimento em uma caixa com nome
mas são tantos os "sentires" que nem sei mais definir.
Tem uns que o vento leva embora...mas a tempestade sempre trás de volta.
Tem uns que eu enterro na areia esperando que alguem os encontre..
e outros que faço funeral, pois esses sim tem que ser mortos e enterrados.
Uns ficaram no passado, e uns estão surgindo com oo presente, estes sim valem a pena mensionar...
a paixão e o amor que até então ascreditava te-los perdido no tempo,
me enganaram outra vez e estavam apenas escondidas esperando
o momento certo pra me dar um susto de novo.
As decepções e tristezas não trilham mais o mesmo caminho que eu.
Já os sorrisos andam junto com meus passos e me seguem aonde quer que eu queira ir.
E eu sei que com eles a escuridão não me cegará
e nenhuma porta se fechará pra mim de novo."
tantas coisas por assim dizer
impossivel resumir
tudo é intenso de mais
grande de mais
confuso de mais
que de tão "mais" nem cabe dentro de mim
Queria poder separar, organizar
colocar cada sentimento em uma caixa com nome
mas são tantos os "sentires" que nem sei mais definir.
Tem uns que o vento leva embora...mas a tempestade sempre trás de volta.
Tem uns que eu enterro na areia esperando que alguem os encontre..
e outros que faço funeral, pois esses sim tem que ser mortos e enterrados.
Uns ficaram no passado, e uns estão surgindo com oo presente, estes sim valem a pena mensionar...
a paixão e o amor que até então ascreditava te-los perdido no tempo,
me enganaram outra vez e estavam apenas escondidas esperando
o momento certo pra me dar um susto de novo.
As decepções e tristezas não trilham mais o mesmo caminho que eu.
Já os sorrisos andam junto com meus passos e me seguem aonde quer que eu queira ir.
E eu sei que com eles a escuridão não me cegará
e nenhuma porta se fechará pra mim de novo."
terça-feira, 29 de abril de 2008
Coisas da vida
Andando na praia tranquilamente voltando do acampamento do castelo...
pisando na agua do mar, digo certa frase..
Pan - O que estou sentindo e o que vivi hoje, nenhuma ciência consegue explicar...
Jéssica - Isso não foi feito pra explicar, foi feito pra sentir.
Me expliquem porque não consigo parar de sorrir!
pisando na agua do mar, digo certa frase..
Pan - O que estou sentindo e o que vivi hoje, nenhuma ciência consegue explicar...
Jéssica - Isso não foi feito pra explicar, foi feito pra sentir.
Me expliquem porque não consigo parar de sorrir!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Lua
Noite, escura, fria..
Paginas como esta vazias..
o que penso, ninguem sabe, ninguem percebe
A noite me leva...
A lua me desespera...
Ela fala, chama, grita
ninguem escuta
Uma imensidao adormece..
Bebo, me entorpeço, caio
Te escuto, te levo, te carrego
Nada adianta, adormesses de novo sem ver a lua lá fora..
Ela sózinha sem platéia em mais uma madrugada vazia
intenso mesmo, é o que se sonha acordado
longe das paredes do seu quarto
queria apenas cores pra alegrar a minha noite.
Paginas como esta vazias..
o que penso, ninguem sabe, ninguem percebe
A noite me leva...
A lua me desespera...
Ela fala, chama, grita
ninguem escuta
Uma imensidao adormece..
Bebo, me entorpeço, caio
Te escuto, te levo, te carrego
Nada adianta, adormesses de novo sem ver a lua lá fora..
Ela sózinha sem platéia em mais uma madrugada vazia
intenso mesmo, é o que se sonha acordado
longe das paredes do seu quarto
queria apenas cores pra alegrar a minha noite.
Poetiza
Tentando disfarçar o clima de tenção..
as mãoes suam,
a respiração para
as cortinas se abrem
as palavras decoradas já nem saem mais
chegou a hora do grande momento
a grande estréia
O cabelo a maquiagem, o baton impecáveis
Troca os sapatos, entra no palco
Rosto de boneca, boca de menina
Corpo de mulher
Olhos que não sabem esconder a tristeza...
sua vida mistura-se entre cartas de poétas bebados..
Recita seu primeiro poema
Voz tremula
Pensamento distante
Uma poetiza em um mundo sem inspiração
Sem vida, sem calma, sem alma
A platéa grita, bate palmas
Ela solta o microfone no chão
Ninguem entenderia
vai embora com lagrimas nos olhos".
as mãoes suam,
a respiração para
as cortinas se abrem
as palavras decoradas já nem saem mais
chegou a hora do grande momento
a grande estréia
O cabelo a maquiagem, o baton impecáveis
Troca os sapatos, entra no palco
Rosto de boneca, boca de menina
Corpo de mulher
Olhos que não sabem esconder a tristeza...
sua vida mistura-se entre cartas de poétas bebados..
Recita seu primeiro poema
Voz tremula
Pensamento distante
Uma poetiza em um mundo sem inspiração
Sem vida, sem calma, sem alma
A platéa grita, bate palmas
Ela solta o microfone no chão
Ninguem entenderia
vai embora com lagrimas nos olhos".
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Melodia do tempo
A melodia do tempo, da lamentação do tempo...
O peso da melancolia
Toneladas sobre cada nota fria
Congelam as cordas do violão
Saudades que o tempo não deixou passar
O timbre que rasga a alma, entorpece a mente.
Te deixa caida alí no chão.
Usando o coração como palheta
e as veias como cordas,
com o corpo fazes a mais bela canção.
Uma dor tão doce, um amor tão belo...
que se acaba assim que a musica tem um fim.
O peso da melancolia
Toneladas sobre cada nota fria
Congelam as cordas do violão
Saudades que o tempo não deixou passar
O timbre que rasga a alma, entorpece a mente.
Te deixa caida alí no chão.
Usando o coração como palheta
e as veias como cordas,
com o corpo fazes a mais bela canção.
Uma dor tão doce, um amor tão belo...
que se acaba assim que a musica tem um fim.
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