A quimera corre de meu peito, atravessa as estações, desperta do tempo o caminho de encruzilhadas que rodam meu sono.
Ainda gosto de transformar tristeza em poesia.
Neste atalho em que me agarro com todas as forças não encontro uma flor sequer...
Ainda sou quem delira e desespera.
E não restou nem um canto de primavera em seu vestido.
A cor de seus olhos eram os mais distantes que refletiu.
Na tentativa insesante de minha alma de provar o gosto do amor.
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 14 de novembro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Pintura - Tinta Acrilica - Obra em andamento - 2010
Trabalho de: Calini Detoni/Erick Alexsander Leffer)
Ainda não tinha trabalhado com tinta acrilica, adorei, foi uma ótima experiencia,
as coisas derrepente foram tomando forma, tanto na tela quanto em minha mente.
Aquela mistura de cores, de diferentes tons, elas gritam como quem quizesse dizer que elas são cores únicas, e disputando admirição de olhares... cores que brigam, se entendem, conversam, existe vida naquele quadro!!
"O vento esta cantando esta noite
Ele esconde seus passos, anda nas pontinhas dos pés por entre as folhas.
O sinto nas pontas dos dedos, o sinto bagunçando os meus cabelos.
O sinto acariciando minha pele, triste de mim o vento não poder levar de meus lábios
as palavras que lhe ofereço..."
(Poesia de: Calini Detoni)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Esquizo
Prefiro ficar na minha esquizofrenia do que continuar caminhando nas ruas do caos.
Seres estranhos nós somos, compartilhamos o pão, o vinho, as idéias, o invento.
Eu ainda estou aqui e o tempo corre em minha frente.
Ainda há fragmentos de realidade nesse esquizo.
Ainda somos robôs com peças e engrenagens.
Reticencias nas letras, enfase no submundo;
Não carecemos de visão, mas ainda somos cegos.
Seres estranhos nós somos, compartilhamos o pão, o vinho, as idéias, o invento.
Eu ainda estou aqui e o tempo corre em minha frente.
Ainda há fragmentos de realidade nesse esquizo.
Ainda somos robôs com peças e engrenagens.
Reticencias nas letras, enfase no submundo;
Não carecemos de visão, mas ainda somos cegos.
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