"O que sinto?
tantas coisas por assim dizer
impossivel resumir
tudo é intenso de mais
grande de mais
confuso de mais
que de tão "mais" nem cabe dentro de mim
Queria poder separar, organizar
colocar cada sentimento em uma caixa com nome
mas são tantos os "sentires" que nem sei mais definir.
Tem uns que o vento leva embora...mas a tempestade sempre trás de volta.
Tem uns que eu enterro na areia esperando que alguem os encontre..
e outros que faço funeral, pois esses sim tem que ser mortos e enterrados.
Uns ficaram no passado, e uns estão surgindo com oo presente, estes sim valem a pena mensionar...
a paixão e o amor que até então ascreditava te-los perdido no tempo,
me enganaram outra vez e estavam apenas escondidas esperando
o momento certo pra me dar um susto de novo.
As decepções e tristezas não trilham mais o mesmo caminho que eu.
Já os sorrisos andam junto com meus passos e me seguem aonde quer que eu queira ir.
E eu sei que com eles a escuridão não me cegará
e nenhuma porta se fechará pra mim de novo."
quinta-feira, 8 de maio de 2008
terça-feira, 29 de abril de 2008
Coisas da vida
Andando na praia tranquilamente voltando do acampamento do castelo...
pisando na agua do mar, digo certa frase..
Pan - O que estou sentindo e o que vivi hoje, nenhuma ciência consegue explicar...
Jéssica - Isso não foi feito pra explicar, foi feito pra sentir.
Me expliquem porque não consigo parar de sorrir!
pisando na agua do mar, digo certa frase..
Pan - O que estou sentindo e o que vivi hoje, nenhuma ciência consegue explicar...
Jéssica - Isso não foi feito pra explicar, foi feito pra sentir.
Me expliquem porque não consigo parar de sorrir!
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Lua
Noite, escura, fria..
Paginas como esta vazias..
o que penso, ninguem sabe, ninguem percebe
A noite me leva...
A lua me desespera...
Ela fala, chama, grita
ninguem escuta
Uma imensidao adormece..
Bebo, me entorpeço, caio
Te escuto, te levo, te carrego
Nada adianta, adormesses de novo sem ver a lua lá fora..
Ela sózinha sem platéia em mais uma madrugada vazia
intenso mesmo, é o que se sonha acordado
longe das paredes do seu quarto
queria apenas cores pra alegrar a minha noite.
Paginas como esta vazias..
o que penso, ninguem sabe, ninguem percebe
A noite me leva...
A lua me desespera...
Ela fala, chama, grita
ninguem escuta
Uma imensidao adormece..
Bebo, me entorpeço, caio
Te escuto, te levo, te carrego
Nada adianta, adormesses de novo sem ver a lua lá fora..
Ela sózinha sem platéia em mais uma madrugada vazia
intenso mesmo, é o que se sonha acordado
longe das paredes do seu quarto
queria apenas cores pra alegrar a minha noite.
Poetiza
Tentando disfarçar o clima de tenção..
as mãoes suam,
a respiração para
as cortinas se abrem
as palavras decoradas já nem saem mais
chegou a hora do grande momento
a grande estréia
O cabelo a maquiagem, o baton impecáveis
Troca os sapatos, entra no palco
Rosto de boneca, boca de menina
Corpo de mulher
Olhos que não sabem esconder a tristeza...
sua vida mistura-se entre cartas de poétas bebados..
Recita seu primeiro poema
Voz tremula
Pensamento distante
Uma poetiza em um mundo sem inspiração
Sem vida, sem calma, sem alma
A platéa grita, bate palmas
Ela solta o microfone no chão
Ninguem entenderia
vai embora com lagrimas nos olhos".
as mãoes suam,
a respiração para
as cortinas se abrem
as palavras decoradas já nem saem mais
chegou a hora do grande momento
a grande estréia
O cabelo a maquiagem, o baton impecáveis
Troca os sapatos, entra no palco
Rosto de boneca, boca de menina
Corpo de mulher
Olhos que não sabem esconder a tristeza...
sua vida mistura-se entre cartas de poétas bebados..
Recita seu primeiro poema
Voz tremula
Pensamento distante
Uma poetiza em um mundo sem inspiração
Sem vida, sem calma, sem alma
A platéa grita, bate palmas
Ela solta o microfone no chão
Ninguem entenderia
vai embora com lagrimas nos olhos".
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Melodia do tempo
A melodia do tempo, da lamentação do tempo...
O peso da melancolia
Toneladas sobre cada nota fria
Congelam as cordas do violão
Saudades que o tempo não deixou passar
O timbre que rasga a alma, entorpece a mente.
Te deixa caida alí no chão.
Usando o coração como palheta
e as veias como cordas,
com o corpo fazes a mais bela canção.
Uma dor tão doce, um amor tão belo...
que se acaba assim que a musica tem um fim.
O peso da melancolia
Toneladas sobre cada nota fria
Congelam as cordas do violão
Saudades que o tempo não deixou passar
O timbre que rasga a alma, entorpece a mente.
Te deixa caida alí no chão.
Usando o coração como palheta
e as veias como cordas,
com o corpo fazes a mais bela canção.
Uma dor tão doce, um amor tão belo...
que se acaba assim que a musica tem um fim.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Spot
"A vida trilhava entre meus dedos,
não sabia pra onde as minhas mãos iriam...
ou a que passo daria no proximo segundo...
a mesma direção, seguindo pra qualquer lugar ou lugar nenhum
a proxima inspiração, os próximos sorrisos
não sei em que parte do caminho os encontrarei
mas sei aonde os perdi...
na sua boca, vermelha, aveludada...
que no fim nunca me disseram nada..
nem um caminho pra mim seguir,
mas pouco importa pois nao sei pra onde quero ir
quero apenas procurar...
procurar a direção dos pensamentos loucos e insanos
me esconder em uma rua qualquer cheia de cores e floresa
onde eu possa me encontrar
dançar de olhos fechados sem medo de tropeçar
sem limitações, sem barreiras e muros
sem pensar no amanhecer do dia que esconde o bilho da noite
rolar na areia se sujar...
Fazer meu coração gritar, descobrir minhas virtudes, qualidades e defeitos..
sair desse mundo de verdades e mentiras."
não sabia pra onde as minhas mãos iriam...
ou a que passo daria no proximo segundo...
a mesma direção, seguindo pra qualquer lugar ou lugar nenhum
a proxima inspiração, os próximos sorrisos
não sei em que parte do caminho os encontrarei
mas sei aonde os perdi...
na sua boca, vermelha, aveludada...
que no fim nunca me disseram nada..
nem um caminho pra mim seguir,
mas pouco importa pois nao sei pra onde quero ir
quero apenas procurar...
procurar a direção dos pensamentos loucos e insanos
me esconder em uma rua qualquer cheia de cores e floresa
onde eu possa me encontrar
dançar de olhos fechados sem medo de tropeçar
sem limitações, sem barreiras e muros
sem pensar no amanhecer do dia que esconde o bilho da noite
rolar na areia se sujar...
Fazer meu coração gritar, descobrir minhas virtudes, qualidades e defeitos..
sair desse mundo de verdades e mentiras."
terça-feira, 8 de abril de 2008
Espelho
Espelho.. Quem é ela do outro lado?
Duas pessoas com a mesma alma
Mundos diferentes,
Imagem daquilo que não sou
Reflexo dos olhos vazios,
Do coração calado
da respiração pulsante
Reflexo das vontades incertas e passageiras
Cópia dos pensamento confusos e incontantes
Do sopro gelado... arrepios suaves...
Dos desejos agressivos e gritantes...
Mas sempre inconcientes!"
Duas pessoas com a mesma alma
Mundos diferentes,
Imagem daquilo que não sou
Reflexo dos olhos vazios,
Do coração calado
da respiração pulsante
Reflexo das vontades incertas e passageiras
Cópia dos pensamento confusos e incontantes
Do sopro gelado... arrepios suaves...
Dos desejos agressivos e gritantes...
Mas sempre inconcientes!"
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